Prática disciplinada de encerrar atividades e projetos que drenam capacidade sem retorno.
Em Liderança antifrágil, dizer “não” é proteger o essencial.
Antifragilidade cresce quando o sistema elimina ruído e aprende com escolhas.
Gestão Antifrágil institui stop doing com critérios, dados e governança, evitando decisões emocionais e “projetos zumbis”.
O efeito é reduzir sobrecarga, aumentar throughput e liberar energia para iniciativas convexas.
Em crise, parar o que não importa preserva caixa, foco e velocidade de execução.
“Escolher poucas prioridades e executar com intensidade. Antifragilidade precisa de foco para aprender rápido e ajustar. Gestão Antifrágil define trade-offs, limita WIP e cria cadência de decisão, evitando “tudo é prioridade” e fortalecendo performance sob volatilidade e urgência.”







