SLAs que não servem só para punir, mas para melhorar performance com ciclos de aprendizado.
Antifragilidade exige SLAs com métricas úteis, sinal de alerta e ritos de revisão.
Liderança antifrágil usa SLA para alinhar expectativas e destravar ação.
Gestão Antifrágil define dono, cadência, planos de ação e critérios de escalonamento, garantindo correção rápida quando há desvio.
O efeito é reduzir recorrência e elevar nível de serviço sob pressão.
Em picos de demanda, SLAs antifrágeis ajudam a ajustar capacidade e fluxo, criando melhoria contínua em vez de “guerra” entre áreas e fornecedores.
“SLAs que incentivam melhoria contínua, não só punição. Liderança antifrágil usa SLA como aprendizado; Gestão Antifrágil define métricas úteis, ritos de revisão e planos de ação para elevar serviço com pressão, evitando “jogo de empurra”.”







