Mudança de estrutura para remover travas, reduzir dependências e acelerar decisões.
Em Antifragilidade, reestruturação deve aumentar adaptabilidade, não só reorganizar caixas.
Liderança antifrágil foca em clareza de responsabilidades e velocidade.
Gestão Antifrágil analisa pontos frágeis (SPOFs, silos, atrasos), redesenha alçadas e ritos, e mede impacto em fluxo, qualidade e tempo de decisão.
O efeito é diminuir burocracia e retrabalho, aumentar accountability e permitir ajustes rápidos.
Em cenários voláteis, uma reestruturação antifrágil melhora com pressão: problemas aparecem cedo, o desenho é ajustado em ciclos e o sistema fica mais forte, não mais confuso.
“Mudança estrutural para reduzir fragilidades e acelerar decisões. Na Gestão Antifrágil, reestruturação não é organograma bonito: é clareza de responsabilidade, menos dependências críticas e ritos que mantêm execução firme mesmo com pressão e mudanças.”







