É considerar consequências indiretas, incentivos e efeitos colaterais antes de agir.
Na Liderança antifrágil, isso evita soluções “bonitas” que fragilizam a operação ou a cultura.
Antifragilidade depende de decisões que limitam danos e ampliam aprendizado.
Gestão Antifrágil incorpora segunda ordem em revisões, pilotos e métricas, questionando “o que pode dar errado?” e “que comportamento isso incentiva?”, reduzindo iatrogenia e repetição de erros sistêmicos.
“Avaliar efeitos indiretos e incentivos ocultos antes de agir. Na Gestão Antifrágil, reduz iatrogenia e decisões “bonitas” que fragilizam; na Liderança antifrágil, vira o hábito de perguntar “e depois?” e medir consequências reais.”







