É a ponte entre ciência do comportamento e prática de liderança: usar evidências para melhorar decisão, comunicação e execução sob estresse.
No projeto, neurociência aplicada sustenta a Liderança antifrágil com técnicas concretas (pausa, respiração, reenquadramento, foco) e reduz “achismos” sobre motivação e mudança.
A Antifragilidade aparece quando o líder regula emoções e aprende em crise.
Gestão Antifrágil transforma isso em rotina: treinos, ritos e reforços no trabalho.
“Uso de evidências sobre cérebro e comportamento para melhorar liderança. Em Gestão Antifrágil, neurociência vira técnicas de regulação emocional, foco e comunicação; Antifragilidade surge quando o líder sustenta performance e aprende sob pressão.”







