Ações bem-intencionadas que pioram o sistema por ignorar efeitos indiretos e incentivos.
Antifragilidade exige humildade e teste, não certezas.
Liderança antifrágil questiona “o que pode dar errado?” e busca pensamento de segunda ordem.
Gestão Antifrágil combate intervenções ingênuas com pilotos, evidência, kill criteria e monitoramento de efeitos colaterais.
O efeito é reduzir dano gerencial: menos “programas” que criam burocracia e mais mudanças que geram valor real.
Em ambientes turbulentos, evitar intervenções ingênuas protege o downside e mantém a organização adaptável, aprendendo sem destruir confiança ou performance.
“Ações bem-intencionadas que pioram o sistema por ignorar efeitos indiretos. Antifragilidade pede humildade e teste; Gestão Antifrágil combate intervenções ingênuas com piloto, evidência e pensamento de segunda ordem, protegendo a empresa de soluções “fáceis”.”







