Escolher e governar o conjunto de iniciativas para proteger capacidade e maximizar valor.
Antifragilidade cresce quando a organização evita “projeto demais” e mantém opcionalidade.
Liderança antifrágil decide trade-offs e pratica stop doing.
Gestão Antifrágil define critérios (impacto, risco, dependências), limita WIP e revisa por cadência, realocando recursos com evidência.
O efeito é elevar taxa de entrega e reduzir retrabalho e disputa política.
Em volatilidade, portfólio bem governado permite ajustar rápido: parar, acelerar ou pivotar conforme sinais do mercado.
Assim, a empresa não fica presa a planos antigos; ela aprende em movimento e fortalece o sistema com foco, disciplina e transparência.
“Escolher, priorizar e parar projetos para proteger capacidade. Antifragilidade cresce com foco e opcionalidade; Gestão Antifrágil usa critérios, benefícios esperados e cadência de revisão para reduzir dispersão, liberar recursos e aumentar taxa de entrega.”







