Interromper o piloto automático para escolher resposta melhor.
Antifragilidade cresce quando o líder cria espaço entre estímulo e reação.
Liderança antifrágil usa pausa para priorizar, checar evidências e evitar iatrogenia.
Gestão Antifrágil incorpora pausas em ritos: checkpoints, revisões e decisões em comitê, garantindo critério.
O efeito é reduzir decisões por impulso e aumentar consistência: agir pequeno, revisar curto e ajustar rápido.
Em ambientes voláteis, pausa estratégica evita apostas grandes e rígidas; ela favorece decisões em etapas com limites de perda.
O tema conecta neurociência à governança: a pausa vira mecanismo para melhorar o sistema decisório, fortalecer cultura e reduzir riscos ocultos sob pressão.
“Interromper o piloto automático para escolher resposta melhor. Antifragilidade nasce da pausa antes do erro grande; Gestão Antifrágil institucionaliza pausas em checkpoints e revisões, permitindo correção rápida, decisões mais sábias e menos dano sistêmico em ambientes de alta exigência.”







