Governar interfaces entre áreas para que o trabalho flua sem surpresas.
Antifragilidade cresce quando o fluxo é transparente e revisável.
Liderança antifrágil trata dependência como risco e prioriza destravamento.
Gestão Antifrágil aplica cadência de sincronização, acordos de serviço, indicadores de handoff e escalonamento rápido, reduzindo “jogo de empurra”.
O efeito é acelerar entrega e melhorar qualidade: gargalos aparecem cedo e viram ação.
Em ambientes voláteis, boa gestão de dependências permite adaptar sem caos: áreas se coordenam com previsibilidade mínima, aprendem com desvios e fortalecem o sistema ao reduzir atrasos sistêmicos e conflitos recorrentes.
“Governar interfaces entre áreas para evitar gargalos e surpresas. Antifragilidade melhora quando o fluxo é visível; Gestão Antifrágil usa cadência, acordos e sinais precoces para destravar handoffs e reduzir retrabalho, mantendo execução em alta pressão.”







