Cortar desperdício sem destruir capacidades essenciais (talentos, redundância útil, opcionalidade).
Antifragilidade depende de preservar músculo para aprender e investir em oportunidades.
Liderança antifrágil diferencia gordura de músculo e evita cortes cegos por pânico.
Gestão Antifrágil usa dados e critérios para priorizar cortes em complexidade, retrabalho e excesso de iniciativas, e não em competências críticas.
O efeito é melhorar margem e caixa mantendo capacidade de resposta.
Em volatilidade, quem “enxuga músculo” fica frágil; quem pratica eficiência inteligente sai mais forte.
O tema ensina a criar disciplina de custos com sustainment, protegendo o downside e mantendo a organização preparada para crescer quando o cenário abrir.
“Cortar desperdício sem destruir capacidades essenciais. Antifragilidade pede preservar opcionalidade e redundância útil; Gestão Antifrágil diferencia gordura de músculo, mede impacto e sustenta ganhos com rotinas, evitando “economia” que fragiliza o futuro.”







