Reuniões como mecanismo de decisão, alinhamento e execução, e não como rotina improdutiva.
Liderança antifrágil usa reuniões para reduzir ruído e acelerar ação.
Antifragilidade cresce quando a organização decide rápido e revisa curto.
Gestão Antifrágil define pauta, critérios, tempo-box, artefatos (one-pager) e follow-up rastreável, garantindo que cada reunião produza saída clara: decisão, responsável e próximo passo.
O efeito é reduzir custo do atraso, liberar capacidade e aumentar throughput.
Em crise, eficiência de reuniões é o “sistema nervoso” que mantém coordenação sem burocracia.
“Comunicação clara, frequente e honesta para manter confiança e coordenar ação. Antifragilidade cresce quando a crise vira aprendizado. Gestão Antifrágil define mensagens-chave, canais e cadência, evitando boatos, paralisia e desgaste emocional em momentos críticos.”







