Consequências não previstas de decisões, KPIs, bônus e reorganizações.
Liderança antifrágil aprende a olhar além do “resultado imediato” e a antecipar comportamentos gerados por incentivos.
Antifragilidade exige medir e ajustar rápido.
Gestão Antifrágil incorpora revisão de efeitos colaterais em ritos de performance: avaliar distorções, conflitos e riscos emergentes.
O efeito é evitar que uma “melhoria” gere fragilidade: burocracia, medo, manipulação de números ou queda de qualidade.
Em volatilidade, efeitos colaterais podem destruir confiança e desempenho; tratá-los cedo preserva cultura e acelera execução com consistência.
“Consequências não previstas de decisões, métricas e mudanças. Liderança antifrágil antecipa impactos humanos e operacionais; Gestão Antifrágil monitora sinais e ajusta rápido, evitando que uma “melhoria” gere fragilidade, retrabalho e perda de confiança.”







