É agir sem garantias, preservando o downside e criando caminhos de ajuste.
Em Liderança antifrágil, isso vira cenários, gatilhos e comunicação honesta (“o que sabemos e o que não sabemos”).
Antifragilidade cresce quando a empresa aprende em ciclos curtos.
Gestão Antifrágil define limites de perda, testes controlados e checkpoints para reduzir risco de apostas únicas, permitindo avançar com prudência, aprender rápido e capturar oportunidades em volatilidade.
“Agir sem garantia, com downside protegido e ajustes frequentes. A Liderança antifrágil usa cenários e gatilhos; na Gestão Antifrágil, limites de perda, testes controlados e revisões curtas permitem corrigir rota conforme o contexto muda.”







