Conversas necessárias para destravar performance, alinhar expectativas e resolver conflitos antes que virem crise.
Liderança antifrágil pratica coragem com método: fatos, intenção, próximos passos.
Antifragilidade exige enfrentar cedo para reduzir dano sistêmico.
Gestão Antifrágil cria linguagem e ritos para conversas difíceis (checkpoints, feedback, pactos), diminuindo a chance de escalada silenciosa.
O resultado é menos “politicagem”, mais clareza e execução.
Em ambientes voláteis, conversas difíceis bem conduzidas aumentam velocidade decisória e fortalecem cultura de confiança: problemas aparecem cedo e viram melhoria, não fofoca ou ruptura.
“Capacidade de orientar e corrigir em alta tensão sem escalar conflito. Antifragilidade cresce quando o time ajusta rápido. Gestão Antifrágil usa dados, critérios e postura firme para manter padrão e foco, evitando reatividade e preservando a relação em momentos críticos.”







