Quanto mais decisões e interrupções, maior o risco de escolhas ruins.
Antifragilidade exige proteger atenção e reduzir ruído.
Liderança antifrágil organiza agenda e define critérios para evitar paralisia ou impulsividade.
Gestão Antifrágil cria padrões, alçadas e ritos que diminuem decisões repetitivas e burocráticas, liberando energia cognitiva para o que importa.
O efeito é melhorar qualidade e velocidade: menos multitarefa, mais foco em prioridades.
Em crise, fadiga decisória vira fragilidade sistêmica; com práticas antifrágeis, a organização reduz o “custo mental” da gestão.
O tema conecta neurociência à execução: atenção é recurso escasso e deve ser governada como ativo estratégico.
“Quanto mais decisões, maior o risco de escolhas ruins. Antifragilidade pede proteger atenção. Gestão Antifrágil reduz ruído com critérios e ritos; Liderança antifrágil organiza agenda para decisões importantes em horários de alta energia, evitando paralisia e impulsos.”







